Com apoio e prevenção, “Internet Sem Bullying” luta contra o cyberbullying no ambiente escolar

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Visando proporcionar bem estar aos jovens e familiares por meio de ações orientações que promovam educação digital, a Abrace Programas Preventivos em parceria com a Copel Telecom, lançam a campanha intitulada “Internet Sem Bullying. Com uma grade de cursos de capacitação aos colaboradores da Copel Telecom, palestras aos docentes de escolas municipais, cartilhas informativas para pais e alunos, além de várias interações em todo o Paraná, o projeto tem o objetivo de reduzir e prevenir a prática do cyberbullying e ofensas virtuais, além de orientar famílias a se prevenir deste problema, promovendo o uso ético da internet para que a situação de violência na web se torne uma página virada na vida de jovens.

O pedagogo e diretor da Abrace Programas Preventivos, Benjamim Horta, destaca a importância de se combater e prevenir também o bullying pelo ambiente virtual: “com o constante aumento do uso de smartphones entre crianças e adolescentes, o ato de bullying ganha um novo cenário, deixando de ser praticado somente no ambiente escolar e tornando-se cada vez mais frequente nos ambientes virtuais. O ato de ameaçar, xingar, intimidar e prejudicar a reputação de alguém através da internet caracteriza-se como cyberbullying. 42% dos estudantes sofreram alguma forma de bullying enquanto estavam online. 1 em cada 4 sofreram mais de uma vez. 35% dos estudantes sofreram ameaças online. 1 em cada 5 sofreram mais de uma vez. 21% dos estudantes receberam e-mails ou mensagens negativas e ameaçadoras.

“Falar sobre bullying e cyberbullying é muito mais que conscientizar alunos sobre as psicodinâmicas escolares que acontecem diariamente no Brasil e no mundo”, explica. “É preciso reconceituar o tema, suas definições e critérios de identificação, com o objetivo de levantar questões que dizem respeito não somente ao que é certo ou errado, bem ou mal. Mas sim ao que é ético, moral e excelente, e de como essas questões podem nos ajudar a compreender a humanidade do ponto de vista autônomo e empático, possibilitando a reumanização da sociedade”, finaliza Horta.

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