ABRACE

Programas Preventivos

nov 8 Abrace Programas Preventivos e Olweus Bullying Prevention Program juntos no Brasil.

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A Abrace Programas Preventivos, responsável também pelo projeto Escola Sem Bullying, acaba de trazer ao Brasil o mais importante programa de combate ao bullying do mundo, o Olweus Bullying Prevention Program. 

Durante o mês de outubro, a equipe que compõe a diretoria da instituição participou da especialização em Prevenção ao Bullying pela Clemson University, na Carolina do Sul nos Estados Unidos, e certificou a Abrace como a primeira e única instituição da América Latina a ser capacitada e especializada internacionalmente no tema.

O Olweus Bullying Prevention Program é o mais completo programa de prevenção ao bullying, e a partir de agora fará parte do Escola Sem Bullying, somando ainda mais com a composição da metodologia do projeto já aplicado no Brasil.

Para conhecer mais sobre o projeto Escola Sem Bullying pelo Olweus Prevention Program, entre em contato conosco: contato@abraceprogramaspreventivos.com.br

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jul 9 Secretaria de Educação de Suzano-SP promove palestra do projeto Escola Sem Bullying na E.M. “Liuba Pizzolito”

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A Prefeitura de Suzano-SP promoveu na Escola Municipal (E.M.) “Liuba Pizzolito”, localizada no Jardim das Lavras Mirim, uma palestra sobre Bullying. Em parceria com a Fundação Abrace – Programas Preventivos, a rede municipal de ensino colocou a ação em prática na sexta-feira (30 de junho) dentro do projeto “Escola sem Bullying”. Na oportunidade, o público teve acesso a subsídios teóricos e metodológicos sobre a inserção da temática no cotidiano escolar.

O “Escola Sem Bullying” tem a proposta de reduzir em até 94% os índices de violência verbal nas instituições escolares participantes. Por meio de várias atividades, a iniciativa valoriza a sensibilização e a conscientização dos alunos a respeito do bullying dentro e fora da escola, ao passo em que reforça a importância da igualdade, da solidariedade, bem como da consciência ética e moral.

De acordo com o secretário municipal de Educação, Nazih Youssef Franciss, a prática do bullying nas unidades de ensino pode render prejuízos devastadores para toda a comunidade escolar. A falta de programas de prevenção nas escolas e, consequentemente, a ocorrência dos casos de agressão verbal, podem causar sérios danos às vítimas e a seus familiares, conforme reitera o gestor.

Ao final dos trabalhos, alunos participantes receberam um livro sobre a temática abordada.  

A Abrace Programas Preventivos

Fundada por Benjamim Horta, que ministrou os trabalhos voluntários na escola “Liuba Pizzolito” na sexta-feira, a Fundação Abrace tem a prerrogativa de transformar os ambientes sociais, como escolas, empresas e órgãos públicos, com o objetivo de melhorar as relações interpessoais. Com sede em Curitiba-PR, a entidade defende a prática da saúde emocional por meio de cursos, programas preventivos, treinamentos, palestras e atendimento clínico.

Horta é pedagogo, especialista em Filosofia e Direitos Humanos e estudante contínuo de Psicanálise. Começou a trabalhar na área da Educação na Inglaterra, onde morou por quatro anos. De volta ao Brasil, criou a Fundação Abrace, pela qual lidera projetos na área educacional voltados a políticas preventivas de violência escolar, assédio moral e promoção da saúde emocional.

Fonte: http://suzano.sp.gov.br/web/secretaria-de-educacao-de-suzano-sp-promove-palestra-sobre-bullying-na-e-m-liuba-pizzolito/

maio 15 Prefeitura de Suzano adere ao Projeto Escola Sem Bullying, da Abrace Programas Preventivos

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Com o tema “Práticas Pedagógicas de Prevenção ao Bullying”, formação foi destinada a professores, supervisores e diretores da rede municipal de ensino; objetivo da iniciativa é dar início ao Projeto Escola Sem Bullying, da Abrace Programas Preventivos, e um processo de conscientização dos educadores contra a prática da perseguição e da discriminação entre alunos no ambiente escolar

 

A Abrace – Programas Preventivos promoveu, na noite desta terça-feira (9 de maio), uma capacitação para educadores da rede municipal de ensino de Suzano-SP sobre “Práticas Pedagógicas de Prevenção ao Bullying”. O encontro  teve como objetivo dar início ao processo de conscientização dos professores contra a prática da perseguição e da discriminação entre alunos no ambiente escolar, o bullying.

Com duração de pouco mais de três horas, a formação foi destinada a professores, supervisores de ensino e diretores da rede de ensino local. Na oportunidade, a empresa curitibana apresentou os fundamentos teóricos e práticos sobre o bullying, fornecendo, inclusive, materiais didáticos que serão trabalhados com os alunos das escolas municipais com o Projeto Escola Sem Bullying, da instituição.

Entre as atividades a serem desenvolvidas com os estudantes de Suzano, serão apresentados 150 livros paradidáticos. Vão participar da atividade educandos dos 3ºs, 4ºs e 5ºs anos do ensino fundamental. Já aos alunos dos 1ºs e dos 2ºs anos, serão aplicadas dinâmicas de grupo sobre valores como empatia, amizade, compreensão e tolerância entre as crianças.

Segundo Franciss, a palestra de ontem precedeu um programa de combate ao bullying que está sendo implantado em Suzano. Inclusive, a cidade administrada pelo prefeito Rodrigo Ashiuchi é a primeira do Estado de São Paulo a aderir à iniciativa. O gestor ressalta, ainda, que o projeto não vai gerar custos aos cofres públicos, uma vez que as despesas com livros e as qualificações profissionais estão a cargo da instituição Abrace.

O secretário de Educação de Suzano lembra que, há dois anos, existe uma lei federal (13.185/2015) que prevê que todos os municípios desenvolvam programas e mecanismos para coibirem o bullying no ambiente escolar.

Fonte: http://suzano.sp.gov.br/web/instituicao-abrace-promove-palestra-sobre-prevencao-ao-bullying-a-professores-da-rede-de-ensino-de-suzano-sp/

set 27 Bullying na escola: uma ameaça que não é brincadeira

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Casos de agressão persistem nas escolas e têm consequências devastadoras sobre os jovens. Vítimas nem sempre falam do problema, mas há sinais que podem ser identificados

Cansado de ser vítima de bullying na escola e na vizinhança, um menino de 9 anos, morador do estado de West Virginia, nos Estados Unidos, cometeu suicídio há poucos dias. Em Curitiba, um adolescente, aluno de um colégio tradicional da cidade, tirou a própria vida também vitimado pela violência dos colegas. Distantes por milhares de quilômetros, os dois casos têm uma triste realidade em comum: a persistência e o avanço dos casos de bullying no ambiente escolar.

Dados da Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNse) de 2015, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que 46,6% dos estudantes do nono ano do ensino fundamental no país disseram se sentir humilhados (em uma frequência que varia de sempre a raramente) por provocações realizadas pelos colegas. No levantamento de 2012, esse número era de 35,4%.

Tal fato sinaliza que o avanço das discussões sobre a urgência em se encontrar meios para combater a prática pode não surtir efeito no dia a dia das escolas. “Ainda estamos muito [concentrados] na teoria, no discurso. Temos muitas pesquisas e sugestões de atividades publicadas, mas que não estão sendo colocadas em prática”, avalia a doutora em Educação Ivone Pingoello, professora do departamento de Teoria e Prática da Educação da Universidade Estadual de Maringá (UEM), pesquisadora e palestrante sobre violência escolar e bullying.

Outros pontos destacados por ela referem-se ao fato de muitos professores ainda desvalorizarem o sofrimento da criança e/ou pensarem que o bullying é uma “brincadeira” típica da idade, além de estarem sobrecarregados com as tarefas diárias, o que os impede de se informar e capacitar sobre o tema.

Sinais de alerta

As vítimas de bullying não costumam relatar os casos à família e aos professores, pois não acreditam que os adultos possam resolver o problema. Mesmo assim, todos os “personagens” envolvidos em situações de bullying demonstram sinais que podem auxiliar pais e educadores a identificá-lo. São eles:

Demonstrar medo ou falta de interesse em ir à escola.
Ter dificuldade ou se sentir constrangido em explicar cortes, arranhões e hematomas.
Apresentar sintomas como enxaqueca, dor de cabeça, insônia ou excesso de sono.
Ter queda no rendimento escolar.
Apresentar mudança de comportamento, como agressividade.
Ter roupas, livros e pertences danificados.
Demonstrar ansiedade ao falar sobre o tema.

Consequências

Os prejuízos que a falta de programas de prevenção nas escolas e, consequentemente, a ocorrência dos casos de bullying podem causar para vítimas, agressores e espectadores são devastadoras, como lembra Benjamin Horta, filósofo, pedagogo, especialista em bullying escolar e diretor da Abrace Programas Preventivos. Entre eles estão a queda no rendimento escolar, insônia, depressão, síndrome do pânico, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) e tensão excessiva, a ponto de o estudante atentar contra a própria vida.

“A pior delas é a exclusão social. O aluno é excluído do grupo pelo agressor e as não vítimas não se aproximam dele por medo de se tornarem as próximas. Esse isolamento prolongado ocasiona a ‘morte’ social, que antecede a morte física”, diz Ivone.

O agressor, por sua vez, se priva da convivência prazerosa com os colegas, e de todos os benefícios que advém dela, pois precisa manter a “fama de mau”, como lembra Viviane Maito, da Coordenadoria de Atendimento às Necessidades Especiais da Secretaria Municipal de Educação e responsável pelo projeto “Bullying Não é Brincadeira”.

Tais consequências também têm seus reflexos estendidos para a vida adulta dos envolvidos nos casos de bullying. Horta conta que as vítimas das agressões podem desenvolver dificuldades profissionais ou de relacionamento, enquanto os agressores têm propensão a praticar violência doméstica, assédio moral e a abusar do uso de álcool

Tipos de bullying

O bullying pode se manifestar de diferentes formas no ambiente escolar. Por isso, além de saber identificar a prática, é importante que educadores, pais e alunos conheçam suas diversas “modalidades”.

Verbal
São agressões realizadas por meio de palavras, como xingamentos, insultos, fofocas e apelidos pejorativos.

Físico
Violências cometidas por meio do contato físico. Entre elas pode-se listar puxões de cabelo, chutes, socos, empurrões e impedimento de passagem, por exemplo.

Material
Formas de agressão que resultam em danos materiais à vítima, como destruir, furtar ou roubar pertences e rasgar roupas.

Relacional ou social
Este tipo de bullying tem por objetivo afetar a reputação social da vítima e pode, também, ter motivações étnicas, raciais ou de inclusão. Atitudes como excluir, isolar e denegrir a imagem da vítima estão entre as agressões.

Psicológico
Forma subjetiva de bullying, caracteriza-se por atos de humilhação, manipulação, chantagem, extorsão ou intimidação.

Sexual
O bullying sexual caracteriza-se por ações de assédio, abuso, indução ou realização de “brincadeiras” com conotação sexual.

Virtual ou Cyberbullying
É o bullying cometido por meio eletrônico. Entre as ações pode-se listar a depreciação da vítima, a criação de grupos a fim de prejudicá-la e a adulteração de fotos e dados que criem constrangimento.

Fonte: Livro Bullying, Ética e Direitos Humanos

Ações de conscientização contínuas são ferramentas para combater o bullying

Os especialistas são categóricos ao afirmar que ações pontuais, como palestras, não são suficientes para combater o bullying nas escolas. O caminho apontado por eles está na formação continuada dos professores (com leituras e estudos de caso) e na adoção de políticas de prevenção e conscientização que façam parte do cotidiano da escola.

“Os educadores [e a escola] têm que dar ferramentas e oportunidades para os alunos se comunicarem a respeito do tema”, pontua Benjamim Horta, diretor da Abrace Programas Preventivos.

Entre elas está o desenvolvimento de programas que incluam a temática em todas as disciplinas, como sugere a doutora em Educação Ivone Pingoello. Ela ilustra a questão com o caso de uma professora de matemática que utilizou uma pesquisa sobre bullying realizada pelos alunos para trabalhar o conteúdo de porcentagem.

Outro ponto destacado por Horta refere-se à importância de se enfatizar a mediação e a intervenção dos educadores e da família quando o ato de bullying for confirmado. Segundo ele, o direito da vítima e do agressor de serem ouvidos deve ser exercitado para que, a partir dele, a escola possa ensinar conceitos relacionados a direitos e deveres aos alunos. “O ambiente escolar em si é prejudicado pelo bullying. Onde ele prevalece o papel da educação está se tornando ineficaz”, completa.

Fonte: Gazeta do Povo

abr 11 Sinepe/PR e Abrace orientam profissionais da educação a lidar de forma pedagógica e preventiva com o bullying.

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O Sinepe/PR, em parceria com a Abrace, realizou no dia 7 de abril uma palestra com a temática “Bullying e saúde emocional: Práticas Pedagógicas de Prevenção – por uma cultura de paz”. Destinada aos gestores, coordenadores, professores e demais profissionais das instituições de ensino, a palestra atingiu a presença máxima das 90 vagas disponíveis.

O evento ocorreu na própria sede da SINEPE/PR e abordou a definição e caracterização do bullying, exposição de dados atuais sobre o tema, além da etiologia do fenômeno e ações de prevenção pedagógicas ao bullying, juntamente com estratégias práticas aos docentes para a abordagem e combate a este tipo de violência dentro do ambiente escolar.

A palestra foi ministrada pelo filósofo, pedagogo, especialista em bullying, filosofia e direitos humanos, Benjamim Horta – diretor da Abrace Programas Preventivos e contou também com a presença da equipe do setor jurídico e operações da instituição, além da presença da equipe da Abrace de Santa Catarina.

O bullying é um tema preocupante e ao mesmo tempo relevante para o Sinepe/PR, pois está ligado EDUCAÇÃO diretamente ao processo ensino-aprendizagem do aluno. Muito além das brincadeiras e piadas de mau gosto, o bullying é um problema que afeta estudantes de todas as idades e classes sociais do país. Recentemente, o assunto ganhou ainda mais visibilidade com a Lei do Programa de Combate à Intimidação Sistemática, o conhecido bullying, em todo o território nacional.

Na prática, a Lei 13.185, define o que é bullying e como as escolas devem agir para levar adiante o programa de conscientização e prevenção. Todo ato de violência física ou psicológica praticado por uma ou mais pessoas contra um indivíduo, na tentativa de intimidar e agredir, é agora definido por lei como bullying e deve ser combatido pelas instituições de ensino. Uma pesquisa presencial realizada pela Abrace – Programas Preventivos, traz dados significativos: 95% dos alunos desconhecem a gravidade do bullying, e 67% sequer sabem o significado da palavra.

Sobre o bullying
O bullying não diz respeito somente à agressão física – 89% dos alunos entrevistados em pesquisa da Abrace, por exemplo, acham que apelidos pejorativos não caracterizam bullying. Na verdade, o fenômeno é um conjunto de comportamentos agressivos, intencionais e repetitivos, praticados por um ou mais alunos contra um outro, dentro de uma relação desigual de poder ou força física.

Este tipo de violência traz diversos problemas para os jovens, comprometendo seu desenvolvimento biopsicossocial. Dor, angústia, sofrimento, insegurança e desequilíbrio psicológico são algumas das consequências que afetam diretamente o processo de ensino e aprendizagem.

Conscientizar, prevenir e apoiar: as diversas frentes do programa Escola Sem Bullying
O combate ao bullying envolve várias frentes de ação. Por isso, a Abrace Programas Preventivos criou o programa “Escola Sem Bullying”, um projeto interdisciplinar que inclui pesquisas, cursos de capacitação, palestras, planos de aula, livros paradidáticos, políticas pedagógicas de prevenção, aplicativos para combate ao cyberbullying e apoio na intervenção e mediação de casos de bullying. É um programa completo que oferece todo o suporte às escolas para que o bullying se transforme em uma página virada na vida de alunos e professores.

Benjamim Horta, diretor da Abrace Programas Preventivos, destaca que o programa conta com uma importante análise de resultados: “após o Escola Sem Bullying, 98% dos alunos contam que se sentiram mais à vontade para denunciar agressões. Os professores também apontam maior interesse e motivação dos alunos depois da inserção de práticas de prevenção no dia a dia”, relata. “Nós promovemos a transformação do ambiente escolar. Não queremos apenas aplicar o projeto, queremos instaurar uma cultura de paz, reduzindo os índices de bullying nas instituições, auxiliando alunos e educadores”, reforça Benjamim, que finaliza com um dado muito positivo: “94% das crianças e EDUCAÇÃO adolescentes que participaram do programa não sofrem mais bullying na escola”.

Sobre a Abrace
Fundada por Benjamim Horta, a Abrace Programas Preventivos é uma empresa que transforma os ambientes sociais, melhorando as relações interpessoais em locais como escolas, empresas e órgãos públicos. Com sede em Curitiba (PR), promove saúde emocional por meio de cursos, programas preventivos, treinamentos, palestras e atendimento clínico. Benjamim é pedagogo, especialista em Filosofia e Direitos Humanos e estudante contínuo de psicanálise. Começou a trabalhar na área de educação na Inglaterra, onde morou por 4 anos. De volta ao Brasil, criou a Abrace, onde lidera projetos na área educacional voltados a políticas preventivas de violência escolar, assédio moral e promoção da saúde emocional.

Fonte: Sinepe/PR