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Mídia

jan 25 Bullying prejudica o desenvolvimento escolar

Segundo estudos, 20% dos estudantes já praticaram bullying no ambiente escolar. A violência atinge alunos, educadores e funcionários e desponta como uma forte causa para s dificuldades de concentração e desenvolvimento escolar.

Para as escolas que querem investir na solução para essa grave questão, o SINEP/MG e a Abrace Programas Preventivos trazem projetos e produtos que farão de 2017 um ano sem bullying. A Abrace Programas Preventivos e o Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (SINEP/MG) uniram-se pelo fim do problema.

Apostando em empatia e educação, por meio de projetos pedagógicos bem estruturados, as instituições assumem a frente na batalha contra o bullying e zelam por crianças e adolescentes, pois acreditam que eles são parte essencial do futuro.

Como resultado dessa parceria, as organizações estão lançando o livro “Bullying,

Ética e Direitos Humanos”, na Região Sudeste. A obra escrita pelo filósofo, pedagogo, especialista em Filosofia e Direitos Humanos e Diretor da Abrace, Benjamim Horta, e pelo advogado curitibano Euclides Vargas – tem como objetivo trazer essa forma de violência e as maneiras de combate-la ao centro de discussões entre alunos do Ensino Médio.

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Benjamim Horta, a convite do presidente da FENEN-MG, professor Emiro Barbini, apresenta à Diretoria da CONFENEN, em Brasília, o livro “Bullying, Ética e Direitos Humanos”.

O lançamento oficinal do livro em Minas Gerais acontecerá no dia 7 de abril de 2017, na cidade de Caéte, durante o Encontro Mineiro de Educação. Para fortalecer a luta contra esse sério problema, os parceiros SINEP/MG e Abrace unem seus recursos e contam com alicerces bastante sólidos: além do livro “Bullying, Ética e Direitos Humanos”, dispõem da ajuda do aplicativo Escola Sem Bullying, já disponível para IOS e Android.

Fonte: Tributa Cidade Nova

jul 9 Seminário Nacional de Combate e Prevenção ao Assédio Moral na Administração Pública

O assédio moral é um fenômeno destruidor, que corrói o setor público e que promove não só a diminuição do rendimento do agente público, como também estresse, depressão, e o absenteísmo,  resultando muitas vezes em suicídio. Diariamente, milhares de servidores sofrem desta forma de violência, tendo muitas vezes como única opção a desistência do cargo, tamanha dor e humilhação sofridas, culminando em graves desgastes físicos e psicológicos.

Por este motivo, a Federação Nacional dos Policiais Federais – FENAPEF, juntamente com a Confederação dos Servidores Públicos do Brasil – CSPB, Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal – SINDPOL DF e Abrace – Programas Preventivos, realizará no dia 02 de Setembro de 2015 o Seminário de Combate e Prevenção ao Assédio Moral na Administração Pública. O evento, que ocorrerá no Auditório Nereu Ramos em Brasília-DF, visa abordar o tema de forma preventiva apresentando a etimologia do termo, práticas de prevenção, e também propostas de políticas públicas voltadas à proteção do servidor público.

O seminário será composto por 3 mesas, sendo a primeira das 9:00 às 12:00, a segunda das 14:00 às 16:00 e a terceira das 16:30 às 18:30, horário do encerramento, e contará com a presença do Bel. Denílson Martins – Presidente do SINDPOL MG, Dr. Cezar Britto – Ex Presidente Nacional da OAB, Luís Antônio de Araújo Boundens – Vice Presidente da FENAPEF, Benjamim Horta – Diretor da Abrace Programas Preventivos, Dra. Tania Somariva – Advogada Especialista em Assédio Moral, Dr. André Lucena – Advogado e Conselheiro Nacional da Cruz Vermelha, dentro outros.

Mais informações através do email contato@programasabrace.com.br ou dos números (41) 3319 – 1390 / (41) 9824 9904.
Junte-se a nós na luta contra o assédio moral.

abr 17 Instagram reformula termos de uso com tom mais forte e claro.

O Instagram revisou suas regras de conduta no aplicativo e adotou um tom mais agressivo contra possíveis infratores. O primeiro sinal de que os tempos mudaram vem da forma como o texto é escrito, já que o número de vezes que a expressão “por favor” aparece foi reduzido de quatro para apenas uma.

Antigamente, os termos falavam “não seja cruel”, algo altamente subjetivo, mas agora os termos detalham o que isso queria dizer. Você não pode assediar pessoas, especificando que “ameaças sérias à segurança pessoal ou pública não são permitidas”.

O mesmo acontece com a questão da nudez. Antes, o aplicativo vetava “conteúdo de nudez ou adulto”. Agora, está especificado o que pode e não pode. Genitais, obviamente, estão vetados. “Close de nádegas totalmente nuas” também estão barrados. Sobre seios, o Instagram abre duas exceções: fotos de amamentação são permitidas, assim como imagens de cicatrizes após a cirurgia de mastectomia.

Foi a primeira vez que os termos do Instagram passam por uma mudança tão grande desde que foi comprado pelo Facebook há três anos. De lá para cá, houve um salto na quantidade de usuários, pulando de 30 milhões para 300 milhões de pessoas que utilizam o app.

abr 1 Redes de apoio e jovens equilibrados.

Dois artigos científicos divulgados recentemente revelam como questões comportamentais afetam a saúde mental dos jovens. No primeiro deles, a religião aparece como uma proteção contra o suicídio. A pesquisa é importante porque o atentado contra a própria vida é uma das principais causas de morte entre jovens. Nos Estados Unidos, fica atrás apenas de acidentes e violência, na população de 15 a 24 anos. As garotas são as vítimas mais frequentes.

A pesquisa, publicada na revista médica European Psychiatry, foi feita na Universidade de Tel Aviv, em Israel. Ela sugere que adolescentes judeus praticantes, entre 13 e 17 anos, tiveram um risco 45% menor de ter pensamentos suicidas e tentativas de suicídio do que jovens que não seguem a religião. Outras pesquisas também sugerem que, entre jovens cristãos que seguem a religião, as taxas de depressão são menores. A crença religiosa se mostra como um elemento importante no equilíbrio emocional, porque oferece uma rede de apoio. Os amigos e conhecidos que partilham dela funcionam como uma fonte de apoio para os jovens.

O segundo artigo, divulgado há alguns dias, revela que a orientação sexual é um fator que afeta a saúde mental dos jovens. A pesquisa, realizada pela Escola de Medicina da Northwestern University, nos EUA, revelou uma alta taxa de transtornos emocionais entre garotos com orientação homo ou bissexual, entre 16 e 20 anos. Um em cada três já experimentara um episódio de depressão. Um em cada quatro tinha transtornos de conduta, e um em cada cinco abusava de álcool ou era dependente. Estresse pós-traumático, vício em nicotina, anorexia e pensamentos suicidas também apareceram com maior frequência. Uma conclusão preocupante do estudo mostra que, muitas vezes, o mesmo jovem apresenta mais de um desses problemas e, infelizmente, não costuma receber apoio médico ou psicológico.

As minorias sexuais, que enfrentam preconceito, fazem parte de uma população mais suscetível a dificuldades emocionais e exposição a riscos. Daí a importância de adotar posturas incisivas contra a intolerância e o bullying no ambiente escolar. Campanhas de saúde e políticas públicas para esse grupo de adolescentes são fundamentais. Os garotos homo ou bissexuais enfrentam maior risco de contaminação pelo vírus HIV.

Os trabalhos divulgados na semana passada analisam a influência de fatores diferentes sobre a saúde emocional dos jovens, mas a conclusão de ambos é semelhante: contar com uma rede de apoio – seja institucional ou de amigos e conhecidos – é imprescindível para que os jovens consigam lidar de maneira equilibrada com os desafios da adolescência e do início da vida adulta.

Fonte: Revista Época

mar 31 Pesquisa afirma que homens têm maior tendência a agir de forma estúpida.

De acordo com um estudo publicado no Jornal Britânico de Medicina (BMJ), os homens são mais estúpidos. E caso você, homem, esteja ofendido e se perguntando, ressaltamos que os autores do artigo são todos do sexo masculino.

O estudo foi feito com base no Prêmio Darwin, uma honra irônica dada a pessoas que morrem de forma estúpida, com o pressuposto da seleção natural proposta pelo naturalista Charles Darwin. A ideia é agradecer as pessoas por terem ‘ido dessa para a melhor’ sem reproduzir – e sem passar genes ‘estragados’ adiante. O prêmio ficou mais conhecido no Brasil em 2008, quando foi concedido ao famoso Padre do balão (que por coincidência é homem)!

Dos 318 vencedores do Prêmio Darwin, de 1995 a 2014, 282 são homens. Ou seja: impressionantes 88,7%. Os autores deixam claro no estudo que a enorme diferença dos resultados também pode estar relacionada com o fato que indicações masculinas ao concurso são mais “engraçadas”.

O fato é que, em 20 anos de Prêmio Darwin, as maiores idiotices vieram dos homens: um homem deu um tiro em sua cabeça com uma arma ~aparentemente~ de brinquedo pra provar pra um amigo que era real. Um terrorista abriu uma carta-bomba enviada por ele mesmo, que retornou.

O álcool é uma das grandes causas do comportamento estúpido. Por exemplo, um dos casos vencedores do Prêmio Darwin, três homens bêbados brincavam de roleta russa em um bar abandonado construído em cima de uma mina terrestre ativa no Camboja, quando a instalação explodiu e desabou, matando os três. A explosão pode ter acontecido por conta do peso ou por algum barulho causado por eles.

Os autores acreditam que o comportamento masculino tem uma predisposição a idiotices: “É intrigante como os homens estão dispostos a assumir tantos riscos desnecessários – simplesmente como um ‘rito de passagem’, em busca de estima social típica do sexo masculino, ou apenas para se gabar”.

Fonte: Revista Galileu

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