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Bullying

jan 4 Internet Sem Bullying: conheça o projeto do Instituto Abrace Programas Preventivos com a Copel Telecom.

Responsabilidade social é mais que um compromisso ao oferecer a melhor internet do Paraná. É retribuir para os moradores do estado a confiança que depositam em nossos serviços. É também por esse motivo que lançamos o projeto Internet Sem Bullying, uma parceria da Abrace Programas Preventivos com a Copel Telecom que leva para as escolas da rede pública estadual palestras sobre cyberbullying.

Quer conhecer mais sobre o projeto? Então, confira uma entrevista com a diretora de operações da Abrace Programas Preventivos, Karine V. Horta e fique por dentro!

Blog Conecta – Considerando o cenário do bullying no Brasil, como nasceu a ideia de criar o projeto Internet Sem Bullying, uma parceria da Abrace Programas Preventivos com a Copel Telecom?

Karine V. Horta – O projeto Internet Sem Bullying nasceu da nossa preocupação com o aumento considerável do cyberbullying entre adolescentes. Nas pesquisas que realizamos em escolas atendidas pela Abrace Programas Preventivos, notamos que nos últimos três anos as agressões virtuais entre alunos têm sido mencionadas com frequência por familiares e estudantes e escolas, e gerado graves consequências para todas as partes. Por isso, a Abrace Programas Preventivos e a Copel Telecom se uniram neste projeto. Juntos, nosso intuito é ensinar o que chamamos de ética digital. Além disso, a Copel Telecom possui um compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS), que mencionam sociedades pacíficas, educação de qualidade e equidade para todas as crianças e promoção de saúde e bem-estar.

Blog Conecta – Quais são as ações que fomentam o projeto, dentro e fora das escolas?

Karine V. Horta – O projeto é composto por ações voltadas para paisestudantes e educadores. Inicialmente, são realizadas palestras para alunos do Ensino Fundamental II, juntamente com o fornecimento de cartilhas e brindes. As palestras sensibilizam e conscientizam alunos sobre a seriedade da prática do cyberbullying. Também reforça valores como empatia, igualdade e respeito. Em seguida são fixados cartazes no pátio e corredores das escolas com frases que relembrem o conteúdo abordado nas palestras. Para os pais são fornecidas cartilhas com orientações importantes para prevenção e, se necessário, intervenção de modo adequado. Fornecemos também planos de aula com sugestões de atividades para que os professores deem continuidade ao tema.

Blog Conecta – Como vem sendo a receptividade dos alunos em relação às palestras? E dos professores e educadores?

Karine V. Horta – É surpreendente a forma como os alunos reagem e participam durante as palestras, compreendendo a seriedade do cyberbullying e se comprometendo a respeitar os colegas na internet. Todos participam, tiram dúvidas, contam suas experiências, é incrível, um aprendizado para nós e para eles. Da mesma forma, professores participam e citam exemplos do cotidiano da escola, ilustrando o que está sendo dito. Todos têm demonstrado gratidão ao verem nosso empenho em combater o bullying e cyberbullying, o que é muito gratificante.

Blog Conecta – Existe uma estimativa sobre o número de alunos e escolas paranaenses impactados pela iniciativa?

Karine V. Horta – Ainda não temos números precisos, mas acredito já termos alcançado mais de 900 alunosaté agora, distribuídos em diferentes escolas e municípios. Nosso objetivo é alcançarmos 11 municípios até março de 2018 e ampliarmos para outros municípios no segundo semestre.

Blog Conecta – Considerando a sua visão como diretora de operações da Abrace Programas Preventivos, jornalista e estudante de Gestão Pedagógica, qual é a importância de desenvolver um projeto de responsabilidade social como este, que trata de uma alarmante realidade dentro das escolas?

Karine V. Horta – Todo trabalho feito com o objetivo de ajudar na melhoria e transformação de uma realidade que não é benéfica para a sociedade, é fundamental para o auxílio no desenvolvimento da formação de cidadãos conscientes, responsáveis e que tenham respeito pelos outros. Isto traz muitos benefícios e gera uma rede de solidariedade em que indivíduos começam a ter consciência da consequência de suas condutas. Também compreendem que atitudes positivas podem gerar mudanças significativas e importantes para a qualidade de vida de todos.

Blog Conecta – Como o leitor do Blog Conecta pode fazer sua parte, ajudando a reduzir e a prevenir a prática do bullying dentro e fora da internet?

Karine V. Horta – O filósofo Edmund Burke disse que a única coisa necessária para que o mal triunfe sobre o bem é que as pessoas de bem não façam nada. Por isso, para reduzir esta forma de violência que aflige diariamente milhares de estudantes, é fundamental uma cultura de paz. Isto pode ser feito com ações simples, como procurar a escola em que seu filho estuda e se informar sobre o que vem sendo feito de forma preventiva; não estimular comentários ou “brincadeiras desagradáveis” na internet ou em qualquer outro ambiente; ao ver conteúdos que prejudiquem outros na internet, utilizar as ferramentas de denúncia das redes sociais; caso saiba de algum caso de bullying, dar apoio à vítima, manifestando cuidado e compreensão; e, acima de tudo, procurando ser um exemplo de empatia, igualdade e respeito.

Quer fazer parte dessa rede de solidariedade em prol do respeito na internet? Então compartilhe esse conteúdo com seus amigos e use a hashtag #InternetSemBullying nas redes sociais.

Continue acompanhando os conteúdos da série especial sobre o projeto, que segue nas escolas públicas do Paraná até março de 2018.

 

Fonte: http://www.copeltelecom.com/site/blog/internet-sem-bullying-conheca-o-projeto/

dez 25 Abrace Programas Preventivos e Olweus Bullying Prevention Program juntos no Brasil.

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A Abrace Programas Preventivos, responsável também pelo projeto Escola Sem Bullying, acaba de trazer para o Brasil o mais importante programa de combate ao bullying do mundo, o Olweus Bullying Prevention Program. 

Durante o mês de outubro, a equipe que compõe a diretoria da instituição participou da especialização em Prevenção ao Bullying pela Clemson University, na Carolina do Sul nos Estados Unidos, e certificou a Abrace como a primeira e única instituição da América Latina a ser capacitada e especializada internacionalmente no tema.

O Olweus Bullying Prevention Program é o mais completo programa de prevenção ao bullying, e a partir de agora fará parte do Escola Sem Bullying, somando ainda mais com a composição da metodologia do projeto já aplicado no Brasil.

Para conhecer mais sobre o projeto Escola Sem Bullying pelo Olweus Prevention Program, entre em contato conosco: contato@abraceprogramaspreventivos.com.br

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nov 7 Paraná é um dos Estados com mais casos de bullying no Brasil – Entrevista Benjamim Horta para rádio BandNews.

O caso registrado em Goiânia na última semana, de um aluno de uma escola particular de 14 anos que abriu fogo contra os colegas dentro da sala de aula porque sofria bullying, reacende a discussão no país sobre o tema. Dois estudantes morreram e outros quatro ficaram feridos.

Apesar de parecer distante por ter ocorrido no centro-oeste do Brasil, o problema é de todos. A prática vai muito além das limitações geográficas e é motivo de alerta também no Paraná, onde 48,5% dos estudantes se consideram vítimas desse tipo de agressão.

Os números fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde Escolar, publicada em agosto de 2016 pelo IBGE, e como os dados fazem do Estado um dos que têm a pior situação, a BandNews procurou o criador do projeto Escola Sem Bullying, Benjamim Horta, que também é diretor-fundador da Abrace Programas Preventivos, para falar sobre o assunto. Ele conversou com Daiane Andrade.

Ouça a entrevista: http://bandnewsfmcuritiba.com/parana-e-um-dos-estados-com-mais-casos-de-bullying-no-brasil/

Fonte: Rádio BandNews

out 18 Projeto que combate bullying na internet é lançado em escolas do Paraná.

Iniciativa é da Abrace Programas Preventivos com o apoio da Copel Telecom

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Com o objetivo de combater o bullying virtual e também nas escolas, a Abrace Programas Preventivos e a Copel Telecom lançaram a campanha “Internet Sem Bullying” para alunos, pais e professores de escolas em todo o Paraná. A ideia é levar às instituições palestras educativas e cartilhas informativas para orientar as famílias a se prevenirem deste tipo de problema, ao coibirem as ofensas e promoverem o uso ético da internet.

A campanha teve início nesta terça-feira (17) na Escola Estadual Ângelo Trevisan, no bairro Cascatinha, em Curitiba. Para a diretora Maria Gorete Stival Paula, o projeto é muito importante para explicar aos alunos o que é o bullying e como evitá-lo. “Os estudantes gostaram muito da palestra, os profissionais são bem capacitados para falar sobre o assunto. Infelizmente, nós enfrentamos esses casos aqui, inclusive com o mau uso da internet. Acredito que, com essa iniciativa, a semente plantada em cada um será dividida e compartilhada para que possamos vencer essas situações”, comentou ela em entrevista à Banda B.

Segundo especialistas, 20% dos estudantes já praticaram bullying no ambiente escolar, enquanto 42% sofreram esse tipo de violência enquanto estavam online. Ele atinge alunos e educadores e desponta como uma forte causa para dificuldades de concentração e desenvolvimento.

O pedagogo e diretor da Abrace Programas Preventivos, Benjamim Horta, destacou a importância de se combater e prevenir também o bullying pelo ambiente virtual. “Com o constante aumento do uso de smartphones entre crianças e adolescentes, o ato de bullying ganha um novo cenário, deixando de ser praticado somente no ambiente escolar e tornando-se cada vez mais frequente nos ambientes virtuais. O ato de ameaçar, xingar, intimidar e prejudicar a reputação de alguém através da internet caracteriza-se como cyberbullying, algo que precisamos combater”, afirmou.

Ao apoiar o projeto, o gerente de comunicação da Copel Telecom, Ronie Oyama, compartilha das mesmas ideias de Horta. “A intenção é estender essa iniciativa para o maior número de pessoas possível. Os alunos inclusive assinam os nomes em um termo de compromisso, se comprometendo a não praticar essa violência com os colegas. Até dezembro, pretendemos levar o projeto a duas mil crianças. A primeira fase acontecerá em 10 escolas”, comentou.

Prevenção como chave para um país sem bullying

Com o passar do tempo, as consequências dramáticas de tais ações e a impunidade que lhes acobertava deram destaque à necessidade de discutir o tema de forma mais séria. No ano passado, entrou em vigor, em todo o território nacional, a Lei do Programa de Combate à Intimidação Sistemática. Na prática, a lei 13.185 define o que é bullying e como as escolas devem agir para evitá-lo. Em suma, todo ato de violência física ou psicológica praticado por uma ou mais pessoas na tentativa de intimidar e agredir alguém deve ser combatido pelas instituições de ensino por meio de programas de prevenção e conscientização.

Há muito trabalho pela frente para mudar a perspectiva de violência no Brasil. Uma pesquisa presencial realizada pela Abrace – Programas Preventivos traz dados importantes para entender melhor o cenário: 95% dos alunos desconhecem a gravidade do bullying, enquanto 67% sequer sabem o significado da palavra.

Fonte: Banda B

set 10 Copel Telecom e Abrace Programas Preventivos juntos no combate ao cyberbullying

Com apoio e prevenção, “Internet Sem Bullying” luta contra o cyberbullying no ambiente escolar

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Visando proporcionar bem estar aos jovens e familiares por meio de ações orientações que promovam educação digital, a Abrace Programas Preventivos em parceria com a Copel Telecom, lançam a campanha intitulada “Internet Sem Bullying. Com uma grade de cursos de capacitação aos colaboradores da Copel Telecom, palestras aos docentes de escolas municipais, cartilhas informativas para pais e alunos, além de várias interações em todo o Paraná, o projeto tem o objetivo de reduzir e prevenir a prática do cyberbullying e ofensas virtuais, além de orientar famílias a se prevenir deste problema, promovendo o uso ético da internet para que a situação de violência na web se torne uma página virada na vida de jovens.

O pedagogo e diretor da Abrace Programas Preventivos, Benjamim Horta, destaca a importância de se combater e prevenir também o bullying pelo ambiente virtual: “com o constante aumento do uso de smartphones entre crianças e adolescentes, o ato de bullying ganha um novo cenário, deixando de ser praticado somente no ambiente escolar e tornando-se cada vez mais frequente nos ambientes virtuais. O ato de ameaçar, xingar, intimidar e prejudicar a reputação de alguém através da internet caracteriza-se como cyberbullying. 42% dos estudantes sofreram alguma forma de bullying enquanto estavam online. 1 em cada 4 sofreram mais de uma vez. 35% dos estudantes sofreram ameaças online. 1 em cada 5 sofreram mais de uma vez. 21% dos estudantes receberam e-mails ou mensagens negativas e ameaçadoras.

“Falar sobre bullying e cyberbullying é muito mais que conscientizar alunos sobre as psicodinâmicas escolares que acontecem diariamente no Brasil e no mundo”, explica. “É preciso reconceituar o tema, suas definições e critérios de identificação, com o objetivo de levantar questões que dizem respeito não somente ao que é certo ou errado, bem ou mal. Mas sim ao que é ético, moral e excelente, e de como essas questões podem nos ajudar a compreender a humanidade do ponto de vista autônomo e empático, possibilitando a reumanização da sociedade”, finaliza Horta.

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