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set 10 Copel Telecom e Abrace Programas Preventivos juntos no combate ao cyberbullying

Com apoio e prevenção, “Internet Sem Bullying” luta contra o cyberbullying no ambiente escolar

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Visando proporcionar bem estar aos jovens e familiares por meio de ações orientações que promovam educação digital, a Abrace Programas Preventivos em parceria com a Copel Telecom, lançam a campanha intitulada “Internet Sem Bullying. Com uma grade de cursos de capacitação aos colaboradores da Copel Telecom, palestras aos docentes de escolas municipais, cartilhas informativas para pais e alunos, além de várias interações em todo o Paraná, o projeto tem o objetivo de reduzir e prevenir a prática do cyberbullying e ofensas virtuais, além de orientar famílias a se prevenir deste problema, promovendo o uso ético da internet para que a situação de violência na web se torne uma página virada na vida de jovens.

O pedagogo e diretor da Abrace Programas Preventivos, Benjamim Horta, destaca a importância de se combater e prevenir também o bullying pelo ambiente virtual: “com o constante aumento do uso de smartphones entre crianças e adolescentes, o ato de bullying ganha um novo cenário, deixando de ser praticado somente no ambiente escolar e tornando-se cada vez mais frequente nos ambientes virtuais. O ato de ameaçar, xingar, intimidar e prejudicar a reputação de alguém através da internet caracteriza-se como cyberbullying. 42% dos estudantes sofreram alguma forma de bullying enquanto estavam online. 1 em cada 4 sofreram mais de uma vez. 35% dos estudantes sofreram ameaças online. 1 em cada 5 sofreram mais de uma vez. 21% dos estudantes receberam e-mails ou mensagens negativas e ameaçadoras.

“Falar sobre bullying e cyberbullying é muito mais que conscientizar alunos sobre as psicodinâmicas escolares que acontecem diariamente no Brasil e no mundo”, explica. “É preciso reconceituar o tema, suas definições e critérios de identificação, com o objetivo de levantar questões que dizem respeito não somente ao que é certo ou errado, bem ou mal. Mas sim ao que é ético, moral e excelente, e de como essas questões podem nos ajudar a compreender a humanidade do ponto de vista autônomo e empático, possibilitando a reumanização da sociedade”, finaliza Horta.

jul 24 Unidades do Colégio SEB Dom Bosco iniciam o projeto Escola Sem Bullying, em Curitiba/PR.

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Durante o último sábado (22 de julho), os professores, coordenadores e diretores das unidades Dom Bosco Ahú e Mercês de Curitiba/PR estiverem presentes na capacitação “Práticas Pedagógicas de Prevenção ao Bullying”, palestra que inicia o projeto Escola Sem Bullying da Abrace Programas Preventivos, e que está sendo implementado na instituição a partir deste mês.

O encontro teve como objetivo dar início ao processo de conscientização dos professores contra a prática do bullying no ambiente escolar. Durante quatro horas, a equipe aprendeu sobre os fundamentos práticos do bullying, além da etiologia e as causas do comportamento agressivo entre crianças e adolescentes.

O “Escola Sem Bullying” possui 12 etapas e tem a proposta de reduzir em até 94% os índices de violência nas instituições escolares participantes. Por meio de várias atividades, a iniciativa valoriza a sensibilização e a conscientização dos alunos a respeito do bullying dentro e fora da escola, ao passo em que reforça a importância da igualdade, da solidariedade, bem como da consciência ética e moral.

A Abrace Programas Preventivos

Fundada por Benjamim Horta, a Abrace – Programas Preventivos é uma empresa que auxilia escolas e instituições de ensino na criação e aplicação de projetos que visem ampliar o desenvolvimento das potencialidades dos alunos, por meio ações que promovam o reforço de valores essenciais à formação integral do indivíduo. Estes projetos enfatizam essencialmente a prevenção e combate ao bullying e outras formas de violência, promoção de saúde socioemocional, prevenção ao assédio moral e ações de valorização e promoção da vida.

Criada há mais de seis anos, a Abrace é fruto de extensas pesquisas realizadas no Brasil e Reino Unido, que resultaram na criação de metodologias próprias, que têm se mostrado cada vez eficazes ao longo dos anos, utilizando demandas da sociedade contemporânea como uma oportunidade formativa e obtendo como resultado escolas mais solidárias e reumanizadas.

Atualmente, a Abrace Programas Preventivos possui convênios com diversas instituições como FIEMG, FIEP, Grupo SEB, Rede Filhas de Jesus, Sistema Bernoulli, Pitágoras, OAB – SP, dentre outras, além de ser a instituição responsável pelas ações da Frente Parlamentar de Combate ao Bullying e Outras Formas de Violência, no Congresso Nacional. O árduo trabalho realizado por esta instituição tem possibilitado diariamente a conscientização e transformação da vida de centenas de estudantes ao redor do Brasil, promovendo bem estar individual e coletivo.

 

jul 14 Menina dá aulas de espanhol para colegas em escola pública de São Paulo; programa busca estreitar laços, ampliando as relações culturais

Aos 12 anos, Thaís López, filha de bolivianos, dá aulas de espanhol para 30 alunos na escola municipal Infante Dom Henrique, no Canindé, região central de São Paulo. A menina teve a ideia de ensinar o idioma que aprendeu em casa para se aproximar dos colegas e tentar acabar com os “grupinhos” que se formam de acordo com a descendência de cada um.

A proposta de Thaís foi bem recebida pelos colegas e o curso que ela oferece tem quase 70 outros alunos na lista de espera. Mas o interesse pela língua e a vontade dos brasileiros de se aproximar dos imigrantes só aconteceu depois que a escola decidiu fazer um trabalho com todos os estudantes para reduzir o preconceito.

Thais Lopez pediu à escola para ministrar aulas de espanhol para tentar se aproximar dos colegas brasileiros Foto: Nilton Fukuda/Estadão

Thais Lopez pediu à escola para ministrar aulas de espanhol para tentar se aproximar dos colegas brasileiros
Foto: Nilton Fukuda/Estadão

“Apesar de ficar numa região com uma comunidade boliviana muito forte, a escola não tinha um projeto contra a discriminação. Os alunos estrangeiros eram muito estigmatizados, sofriam ameaças, eram xingados, chegavam até a pagar ‘pedágio’ ou coagidos a fazer coisas erradas para não apanharem”, conta Cláudio da Silva Neto, diretor da escola. Ele chegou à direção em 2011 e montou com alunos, professores e pais um novo projeto pedagógico para a unidade, que tinha muitos problemas com violência.

Uma das mudanças promovidas na escola foi a de valorizar a cultura dos estrangeiros e conscientizar professores e alunos sobre os motivos da migração e as condições que eles encontravam ao chegar no Brasil. “Das provocações que faziam sobre o trabalho escravo dos bolivianos e de que eles vinham para roubar emprego, os brasileiros passaram a entender a realidade daquelas famílias e começaram a ter admiração pelos estrangeiros e por terem outra cultura”, conta Cláudio.

Thaís também sentiu a mudança no comportamento do colégio e percebeu que eles passaram a ter curiosidade quando viam os bolivianos conversando em espanhol. “Com esses meses de aula, já dá até pra gente ter algumas conversas curtas em espanhol”, diz a menina que deseja ser advogada para ajudar outros imigrantes no país.

Formação. A escola do Canindé é uma das 43 da rede municipal que no ano passado tiveram professores que passaram por uma formação pela ONG Repórter Brasil para combater o trabalho escravo. “Nossa ideia era trabalhar na prevenção e evitar que esse tipo de condição de trabalho acontecesse. O que encontramos foram casos de xenofobia em algumas escolas e a dificuldade dos professores em lidar com eles por falta de preparo”, contou Natália Suzuki, coordenadora do projeto

A escola, segundo Natália, é um dos pontos de maior conexão entre os imigrantes e a comunidade local. Por isso, um olhar cuidadoso para a criança pode indicar problemas que aquela família esteja passando. “O professor descobre que o aluno, que chegava sujo ou tinha dificuldade de aprendizado, não vinha de uma família relapsa, mas que vive em situação de pobreza ou de abuso.” Com o trabalho de valorização do migrante, Claudio conta que já teve casos de pais que pediram para que o filho fosse reprovado e ficasse mais um ano na escola – que só tem turmas até 0 9.º ano. “Era uma família síria que tinha medo da menina perder a confiança e o que aprendeu aqui por ter de ir para outro colégio.”

Fonte: educacao.estadao.com.br

jul 9 Secretaria de Educação de Suzano-SP promove palestra do projeto Escola Sem Bullying na E.M. “Liuba Pizzolito”

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A Prefeitura de Suzano-SP promoveu na Escola Municipal (E.M.) “Liuba Pizzolito”, localizada no Jardim das Lavras Mirim, uma palestra sobre Bullying. Em parceria com a Fundação Abrace – Programas Preventivos, a rede municipal de ensino colocou a ação em prática na sexta-feira (30 de junho) dentro do projeto “Escola sem Bullying”. Na oportunidade, o público teve acesso a subsídios teóricos e metodológicos sobre a inserção da temática no cotidiano escolar.

O “Escola Sem Bullying” tem a proposta de reduzir em até 94% os índices de violência verbal nas instituições escolares participantes. Por meio de várias atividades, a iniciativa valoriza a sensibilização e a conscientização dos alunos a respeito do bullying dentro e fora da escola, ao passo em que reforça a importância da igualdade, da solidariedade, bem como da consciência ética e moral.

De acordo com o secretário municipal de Educação, Nazih Youssef Franciss, a prática do bullying nas unidades de ensino pode render prejuízos devastadores para toda a comunidade escolar. A falta de programas de prevenção nas escolas e, consequentemente, a ocorrência dos casos de agressão verbal, podem causar sérios danos às vítimas e a seus familiares, conforme reitera o gestor.

Ao final dos trabalhos, alunos participantes receberam um livro sobre a temática abordada.  

A Abrace Programas Preventivos

Fundada por Benjamim Horta, que ministrou os trabalhos voluntários na escola “Liuba Pizzolito” na sexta-feira, a Fundação Abrace tem a prerrogativa de transformar os ambientes sociais, como escolas, empresas e órgãos públicos, com o objetivo de melhorar as relações interpessoais. Com sede em Curitiba-PR, a entidade defende a prática da saúde emocional por meio de cursos, programas preventivos, treinamentos, palestras e atendimento clínico.

Horta é pedagogo, especialista em Filosofia e Direitos Humanos e estudante contínuo de Psicanálise. Começou a trabalhar na área da Educação na Inglaterra, onde morou por quatro anos. De volta ao Brasil, criou a Fundação Abrace, pela qual lidera projetos na área educacional voltados a políticas preventivas de violência escolar, assédio moral e promoção da saúde emocional.

Fonte: http://suzano.sp.gov.br/web/secretaria-de-educacao-de-suzano-sp-promove-palestra-sobre-bullying-na-e-m-liuba-pizzolito/

jun 26 ‘Introversão não é algo a ser curado’

Psicóloga americana lança ‘O poder dos quietos para jovens’ com dicas para pais e professores

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Introvertida de carteirinha, Susan Cain já teve pavor de falar em público, mas sua palestra sobre o assunto no TED Talks tem mais de 17 milhões de visualizações. O segredo? Ela finge. Ou melhor, adota um personagem para essas situações, e diz em entrevista ao GLOBO que isso não é ruim. Tanto que lançou um livro para que crianças e adolescentes conheçam estratégias como esta para sobreviver num mundo onde o falatório é cada vez maior.

Como você começou sua “revolução quieta”? Em que idade?

Eu tenho sido introvertida por toda a vida, embora não tivesse um nome para isso. Acredito que a maioria dos introvertidos está ciente de que tem um temperamento diferente do que é socialmente esperado. Esta é uma espécie de missão de direitos civis para mim. Introvertidos são para extrovertidos o que as mulheres eram para os homens nos EUA de 1950 — cidadãos de segunda classe cheios de talento inexplorado.

Quais são as vantagens de ser introvertido?

A maioria das mentes mais criativas é introvertida, e isso acontece porque a solidão é um elemento crucial da criatividade. Produzir trabalho profundo e original muitas vezes requer ficar sentado, pensando, bolando estratégias. Extrovertidos e introvertidos são igualmente inteligentes, mas pode ser mais difícil para os extrovertidos se sentarem para terminar um trabalho. Introvertidos também são pensadores cuidadosos que planejam seus atos. Extrovertidos são mais de aproveitar o momento. Em uma cultura econômica que encoraja as pessoas a correrem tantos riscos, os dois tipos são necessários.

Qual é a diferença entre tímidos e introvertidos?

Timidez, em oposição à introversão, tem a ver com o medo do julgamento social negativo, tem a ver com a preocupação excessiva do que os outros pensam de você. A introversão é a opção pela quietude, por menos estímulos. A timidez é desconfortável, a introversão não. É possível ser introvertido sem ter esses medos, e também ser tímido e extrovertido. Os traços se sobrepõem, embora os psicólogos controlem até que ponto. Na prática, muitos introvertidos também são tímidos — mas muitos não são.

Como uma pessoa introvertida pode ser sociável sem fingir?

Eu constantemente finjo. Quando, por exemplo, eu tenho que fazer um discurso, ir a algum encontro do trabalho ou dar uma festa, eu finjo. Não acho que isso seja uma coisa ruim — o psicólogo Brian Little fala da necessidade que todos nós temos (inclusive os extrovertidos) de compor personagens para desempenhar papéis pelo bem do trabalho ou das pessoas que amamos. Extrovertidos têm que fazer isso também, quando têm que sentar para escrever um memorando enquanto preferiam estar conversando com seus colegas. O problema não é de vez em quando desempenhar outro papel, mas negarmos quem somos ou achar que tem algo errado com nossas escolhas. É legal nos obrigarmos a ir a festas de aniversário dos nossos amigos, mas não é legal nos sentirmos culpados quando ficamos em casa lendo no sábado à noite.

Você daria algumas dicas aos pais de crianças quietas?

Não apenas aceitem seus filhos introvertidos, deliciem-se com isso. Crianças introvertidas geralmente são gentis, criativas e interessantes, desde que estejam em condições favoráveis a elas. Não superprotejam seus filhos, mas lembrem-se de que as crianças introvertidas precisam percorrer um longo caminho até serem capazes de alçar voo. Elas geralmente desenvolvem grandes paixões, então cultivem esse entusiasmo: o engajamento intenso em alguma atividade leva à felicidade, e um talento bem desenvolvido gera autoconfiança. Lembrem-se que o que serve a um não serve a todos, então, se seu filho prefere pequenas comemorações no aniversário, com um ou dois amigos mais próximos em vez da turma toda da escola, ótimo. Vá desde cedo a eventos sociais. Deixe a criança sentir como se os outros tivessem se juntado a ela num espaço que ela domina, em vez de ter que introduzi-la em um grupo pré-existente.

E para os professores?

Não pensem em introversão como algo a ser curado. Se uma criança introvertida precisa de ajuda com habilidades sociais, ensinem ou recomendem um treinamento extraclasse, exatamente como fariam com um estudante que precisasse de reforço em matemática ou leitura. E celebre essa criança quieta por quem ela é. Alguns grupos de trabalho na sala de aula são até benéficos para alunos introvertidos, mas devem ser pequenos — em dois ou três — e estruturados cuidadosamente para que cada um tenha seu papel. Não coloque essas crianças sentadas em áreas de grande interação da sala: eles não ficarão mais extrovertidos por estarem ali, se sentirão ameaçados e terão problemas de concentração.

Há diferença em ensinar crianças introvertidas e extrovertidas?

Extrovertidos tendem a gostar de movimento, estimulação e trabalho colaborativo. Já os introvertidos preferem palestras, tempo de inatividade e projetos independentes. O ideal é misturar isso de forma justa. Na discussão em sala de aula, o professor pode, por exemplo, fazer uma pergunta e, em vez de fazer com que os alunos respondam a ele, pedir que falem calmamente com os vizinhos sobre a resposta. Depois, o professor pode pedir aos alunos que compartilhem as suas respostas com toda a classe — os estudantes mais reticentes são mais propensos a falar com o grupo depois de conversar calmamente com um parceiro. Outra boa opção é usar técnicas de ensino on-line. Desse modo, as crianças podem revelar seus pensamentos, ideias e e-mails como não fariam na discussão ao vivo. E uma vez que participaram on-line, eles são mais propensos a se engajar na aula também.

Fonte e foto: O Globo.

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