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nov 8 Abrace Programas Preventivos e Olweus Bullying Prevention Program juntos no Brasil.

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A Abrace Programas Preventivos, responsável também pelo projeto Escola Sem Bullying, acaba de trazer ao Brasil o mais importante programa de combate ao bullying do mundo, o Olweus Bullying Prevention Program. 

Durante o mês de outubro, a equipe que compõe a diretoria da instituição participou da especialização em Prevenção ao Bullying pela Clemson University, na Carolina do Sul nos Estados Unidos, e certificou a Abrace como a primeira e única instituição da América Latina a ser capacitada e especializada internacionalmente no tema.

O Olweus Bullying Prevention Program é o mais completo programa de prevenção ao bullying, e a partir de agora fará parte do Escola Sem Bullying, somando ainda mais com a composição da metodologia do projeto já aplicado no Brasil.

Para conhecer mais sobre o projeto Escola Sem Bullying pelo Olweus Prevention Program, entre em contato conosco: contato@abraceprogramaspreventivos.com.br

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nov 7 Paraná é um dos Estados com mais casos de bullying no Brasil – Entrevista Benjamim Horta para rádio BandNews.

O caso registrado em Goiânia na última semana, de um aluno de uma escola particular de 14 anos que abriu fogo contra os colegas dentro da sala de aula porque sofria bullying, reacende a discussão no país sobre o tema. Dois estudantes morreram e outros quatro ficaram feridos.

Apesar de parecer distante por ter ocorrido no centro-oeste do Brasil, o problema é de todos. A prática vai muito além das limitações geográficas e é motivo de alerta também no Paraná, onde 48,5% dos estudantes se consideram vítimas desse tipo de agressão.

Os números fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde Escolar, publicada em agosto de 2016 pelo IBGE, e como os dados fazem do Estado um dos que têm a pior situação, a BandNews procurou o criador do projeto Escola Sem Bullying, Benjamim Horta, que também é diretor-fundador da Abrace Programas Preventivos, para falar sobre o assunto. Ele conversou com Daiane Andrade.

Ouça a entrevista: http://bandnewsfmcuritiba.com/parana-e-um-dos-estados-com-mais-casos-de-bullying-no-brasil/

Fonte: Rádio BandNews

nov 5 Com jogos tradicionais e de mesa, colégio de Bogotá ensina direitos humanos.

Fonte: Educação Integral

No colégio Benjamín Herrera, a liberdade de pensamento e religião, a igualdade e o respeito são temas comuns na hora do intervalo, momento em que, ao redor das mesas, os estudantes se reúnem para participar de diversos jogos de mesa.

Não se trata de jogos clássicos. São versões originais, pensadas e desenhadas pelos próprios jovens, que em sua dinâmica fazem alusão aos direitos humanos e a problemáticas que os transgridem, como a violência ou a discriminação.

A iniciativa é parte do projeto “Construamos um mundo em harmonia de direitos e deveres“, liderado pelos professores Jairo Salamanca e Miguel Plazas, cujo propósito é contribuir para a formação integral da comunidade a partir da promoção, divulgação e cumprimento desses princípios e liberdades.

Jairo e Miguel, dois docentes convencidos do poder da educação para transformar os indivíduos e seu entorno, apostaram no jogo como estratégia para formar  uma nova geração de estudantes para quem o respeito deve primar na hora de se relacionar uns com os outros. Por essa prática pedagógica, foram indicados ao prêmio Campartir al Maestro em sua edição de 2016.

“Antes, no colégio, tínhamos muitos conflitos de convivência. Por isso pensamos que, através deste tema, do lúdico e da investigação, poderíamos motivar os estudantes a transformar a forma de se relacionar. E creio que conseguimos: hoje há respeito e tolerância”, explica Jairo.

Jogar os dados pelos direitos humanos

A regra é fácil. Para poder avançar a quantidade de casas que indicam os dados um desafio deve ser superado: responder corretamente uma pergunta sobre direitos humanos. Assim se joga ludo no colégio de Puente Aranda, com a oportunidade de refletir, divertir-se e aprender ao mesmo tempo.

Para os que preferem jogos tradicionais com mais “ação” também esta a opção da rana*.O estudante David Díaz criou e modificou as regras do jogo de tal forma que as pontuações só são somadas se o jogador responder corretamente a determinadas perguntas. Por que os direitos foram inventados? O que é direito à família? Como pode se promover os direitos na sociedade? O trabalho é um direito ou um dever? São algumas das questões que podem ser destinadas àqueles que acertam o lançamento.

No pátio há jogos para todos os gostos, como uma versão própria de Uno, um bingo e uma loteria clássica, todos desenhados pelos estudantes com diferentes materiais. Os criadores não dissimulam seu entusiasmo e para estimular a participação de mais crianças e inventaram prêmios ou reconhecimentos, criando uma verdadeira competição.

“Todos gostam de bingo porque jogam com a sorte e com os conhecimentos para ganhar”, diz um dos inventores dessa versão, enquanto seu companheiro enuncia cada uma das bolinhas sorteadas.

“Se esses jogos chegassem a outros colégios de Bogotá, poderíamos gerar um grande impacto na convivência escolar”, afirma o professor Jairo, após explicar que desta forma os descansos no colégio Benjamín Herrera se converteram em espaços lúdicos de aprendizagem nos quais a igualdade, a tolerância e o respeito, a não discriminação e a não violência são temas cotidianos entre os estudantes.

*Em espanhol, rã. Trata-se de um jogo onde deve se lançar uma moeda e acertá-la dentro da boca de uma rã feita, em geral, de metal ou madeira.

Texto de Andrés Moncada publicado na plataforma colombiana Compartir Palabra Maestra. Tradução: Dafne Melo. 

out 18 Projeto que combate bullying na internet é lançado em escolas do Paraná.

Iniciativa é da Abrace Programas Preventivos com o apoio da Copel Telecom

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Com o objetivo de combater o bullying virtual e também nas escolas, a Abrace Programas Preventivos e a Copel Telecom lançaram a campanha “Internet Sem Bullying” para alunos, pais e professores de escolas em todo o Paraná. A ideia é levar às instituições palestras educativas e cartilhas informativas para orientar as famílias a se prevenirem deste tipo de problema, ao coibirem as ofensas e promoverem o uso ético da internet.

A campanha teve início nesta terça-feira (17) na Escola Estadual Ângelo Trevisan, no bairro Cascatinha, em Curitiba. Para a diretora Maria Gorete Stival Paula, o projeto é muito importante para explicar aos alunos o que é o bullying e como evitá-lo. “Os estudantes gostaram muito da palestra, os profissionais são bem capacitados para falar sobre o assunto. Infelizmente, nós enfrentamos esses casos aqui, inclusive com o mau uso da internet. Acredito que, com essa iniciativa, a semente plantada em cada um será dividida e compartilhada para que possamos vencer essas situações”, comentou ela em entrevista à Banda B.

Segundo especialistas, 20% dos estudantes já praticaram bullying no ambiente escolar, enquanto 42% sofreram esse tipo de violência enquanto estavam online. Ele atinge alunos e educadores e desponta como uma forte causa para dificuldades de concentração e desenvolvimento.

O pedagogo e diretor da Abrace Programas Preventivos, Benjamim Horta, destacou a importância de se combater e prevenir também o bullying pelo ambiente virtual. “Com o constante aumento do uso de smartphones entre crianças e adolescentes, o ato de bullying ganha um novo cenário, deixando de ser praticado somente no ambiente escolar e tornando-se cada vez mais frequente nos ambientes virtuais. O ato de ameaçar, xingar, intimidar e prejudicar a reputação de alguém através da internet caracteriza-se como cyberbullying, algo que precisamos combater”, afirmou.

Ao apoiar o projeto, o gerente de comunicação da Copel Telecom, Ronie Oyama, compartilha das mesmas ideias de Horta. “A intenção é estender essa iniciativa para o maior número de pessoas possível. Os alunos inclusive assinam os nomes em um termo de compromisso, se comprometendo a não praticar essa violência com os colegas. Até dezembro, pretendemos levar o projeto a duas mil crianças. A primeira fase acontecerá em 10 escolas”, comentou.

Prevenção como chave para um país sem bullying

Com o passar do tempo, as consequências dramáticas de tais ações e a impunidade que lhes acobertava deram destaque à necessidade de discutir o tema de forma mais séria. No ano passado, entrou em vigor, em todo o território nacional, a Lei do Programa de Combate à Intimidação Sistemática. Na prática, a lei 13.185 define o que é bullying e como as escolas devem agir para evitá-lo. Em suma, todo ato de violência física ou psicológica praticado por uma ou mais pessoas na tentativa de intimidar e agredir alguém deve ser combatido pelas instituições de ensino por meio de programas de prevenção e conscientização.

Há muito trabalho pela frente para mudar a perspectiva de violência no Brasil. Uma pesquisa presencial realizada pela Abrace – Programas Preventivos traz dados importantes para entender melhor o cenário: 95% dos alunos desconhecem a gravidade do bullying, enquanto 67% sequer sabem o significado da palavra.

Fonte: Banda B

set 10 Copel Telecom e Abrace Programas Preventivos juntos no combate ao cyberbullying

Com apoio e prevenção, “Internet Sem Bullying” luta contra o cyberbullying no ambiente escolar

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Visando proporcionar bem estar aos jovens e familiares por meio de ações orientações que promovam educação digital, a Abrace Programas Preventivos em parceria com a Copel Telecom, lançam a campanha intitulada “Internet Sem Bullying. Com uma grade de cursos de capacitação aos colaboradores da Copel Telecom, palestras aos docentes de escolas municipais, cartilhas informativas para pais e alunos, além de várias interações em todo o Paraná, o projeto tem o objetivo de reduzir e prevenir a prática do cyberbullying e ofensas virtuais, além de orientar famílias a se prevenir deste problema, promovendo o uso ético da internet para que a situação de violência na web se torne uma página virada na vida de jovens.

O pedagogo e diretor da Abrace Programas Preventivos, Benjamim Horta, destaca a importância de se combater e prevenir também o bullying pelo ambiente virtual: “com o constante aumento do uso de smartphones entre crianças e adolescentes, o ato de bullying ganha um novo cenário, deixando de ser praticado somente no ambiente escolar e tornando-se cada vez mais frequente nos ambientes virtuais. O ato de ameaçar, xingar, intimidar e prejudicar a reputação de alguém através da internet caracteriza-se como cyberbullying. 42% dos estudantes sofreram alguma forma de bullying enquanto estavam online. 1 em cada 4 sofreram mais de uma vez. 35% dos estudantes sofreram ameaças online. 1 em cada 5 sofreram mais de uma vez. 21% dos estudantes receberam e-mails ou mensagens negativas e ameaçadoras.

“Falar sobre bullying e cyberbullying é muito mais que conscientizar alunos sobre as psicodinâmicas escolares que acontecem diariamente no Brasil e no mundo”, explica. “É preciso reconceituar o tema, suas definições e critérios de identificação, com o objetivo de levantar questões que dizem respeito não somente ao que é certo ou errado, bem ou mal. Mas sim ao que é ético, moral e excelente, e de como essas questões podem nos ajudar a compreender a humanidade do ponto de vista autônomo e empático, possibilitando a reumanização da sociedade”, finaliza Horta.

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